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  <title>PDivulg</title>
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  <description>PDivulg - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Mon, 27 Nov 2006 14:39:18 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Tue, 28 Nov 2006 00:33:48 GMT</pubDate>
  <title>Banco de crianças</title>
  <author>pdivulg</author>
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  <description>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Divulgo aqui umas palavras do Bispo de Viseu, onde se salienta a importância da vida, onde destaco a acção que o governo deve de exercer em apoio e defesa das famílias, e não à destruição ou marginalizarão...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff9900&quot;&gt;A proposta de referendo prevê que a interrupção deste processo, causando a morte de um ser humano, possa ser a pedido da mulher. Pergunta-se: pode a mulher decidir do seu corpo? Sim, pode. A mulher pode sempre decidir do seu corpo, pela autonomia a que tem direito, para se realizar bem e para se valorizar, como pessoa, na totalidade do seu ‘ser corpo’ e do seu ‘ser pessoa’… Porém, na mulher grávida, existe um outro corpo: autónomo também e independente do seu corpo de mulher. O pai e a mãe são os garantes da vida deste corpo sobre o qual têm “responsabilidade”, mais do que “poder”. As decisões sobre este corpo têm que ser sempre éticas, baseadas nos valores e não na violência e na destruição… &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff9900&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#ff9900&quot;&gt;Mas, quem concorda que a mulher seja penalizada? Ninguém quer penalizar a&lt;/font&gt; mulher e o Estado deve tornar-se a garantia da realização da mulher e da criança – 2 seres humanos perante os quais o Estado deve intervir em defesa da sua vida e do seu futuro. Porquê não criar condições – tornadas legítimas, conhecidas e apoiadas – para que a mulher que não queira a criança, a entregue e a doe para adopção? Porquê não criar condições para um “banco” de crianças (em vez de outros “bancos” muito mais dispendiosos – de esperma e de embriões), com as inscrições de mães (pais) que as entreguem e pais que as aceitem para adopção? Não seria este um investimento do Estado, no futuro da sociedade e no respeito igual para todos os cidadãos? Ou será a liberalização das leis eliminadoras da vida, a alternativa que o Estado tem para as violências sobre os cidadãos inocentes do nosso país? &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff9900&quot;&gt;Votar SIM no referendo é aceitar esta alternativa como a única; votar NÃO é exigir do Estado e de todos os cidadãos, a defesa justa e a protecção necessária para todos, a começar pelos mais frágeis e pelos mais inocentes. &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font color=&quot;#ff9900&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>banco de crianças</category>
  <category>banco de esperma</category>
  <category>aborto</category>
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