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Domingo, 29 de Abril de 2007

Pensamentos

Pensamentos para começar a semana e para nos preparar para o feriado.

O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Errar.
O maior obstáculo? O medo.
O maior erro? O abandono.
A raiz de todos os males? O egoísmo.
A distracção mais bela? O trabalho.
A pior derrota? O desânimo.
A primeira necessidade? Comunicar-se.
O que mais lhe deve fazer feliz? Ser útil aos demais.
O maior mistério? A morte.
Nosso pior defeito? O mau humor.
A pessoa que nos é mais perigosa? A mentirosa.
O sentimento mais ruim? O rancor.
O presente melhor? O mais belo que possamos dar: o perdão.
O bem mais imprescindível? O lar.
A rota mais rápida? O caminho certo.
A sensação que nos é mais agradável? A paz interior.
A maior satisfação? O dever cumprido.
O que nos torna mais humanos, mais tolerantes? A dor.
Os melhores professores? As crianças.
As pessoas mais necessárias? Os pais.
A força mais potente do mundo? A fé.
A mais bela de todas as coisas? O amor...sempre o amor!

(Madre Teresa de Calcutá)

Sexta-feira, 27 de Abril de 2007

Imagens para o fim de semana!

Depois de um feriado temos o fim de semana! Isto é que são semanas rápidas venha o próximo!...
 Para aqueles que foram de fim de semana prolongado (ou não) deixo aqui um vídeo mandado por uma amiga minha, e que serviu para eu me estriar no youtube " (nunca é tarde para começar, não foi fácil e ficou com uma qualidade de imagem estranha , mas é um início...)
 Aqui fica uma possível proposta de férias em Moçambique:
 
 
 
Bom fim de semana!

Quarta-feira, 25 de Abril de 2007

Pegadas para Jesus

 
Ao longo do tempo da quaresma na nossa comunidade levamos a cabo a campanha das “pegadas para Jesus”. Um tempo destinado à reflexão das crianças e dos jovens de Pernelhas que os conduziu ao auge da Páscoa.
 
 
 
Ao longo de seis semanas foram convidados a guiarem as suas vidas com base nos sinais propostos, que podemos ver nesta foto:
 
 
-         Escolher
-         Lançar-se
-         Cuidar
-         Rever
-         Caminhar
-         Dar-se
 
Cada sinal uma tarefa, cada tarefa realizada era afixada uma pegada num cartaz.
 
 
 
Formando assim um caminho, cheio de pegadas. O caminho é a nossa vida, com mais ou menos curvas, com mais ou menos cor...
 
 
 
Cada ano formou o seu caminho, que no dia da festa formou, em conjunto com os outros a nossa estrada  global, incutindo em nós a ideia de  que somos uma pequena parte de um grande todo.
 
 
 
Com estas caminhadas e com a ajuda de toda a comunidade estes jovens vão crescendo na Fé de Jesus que caminha sempre connosco, mesmo quando na vida olhamos para trás e parece-nos haver apenas um par de pegadas,...
 
 
Afinal Jesus nesses momentos, leva-nos ao colo...

25 de Abril 2007

33 anos depois seremos mesmo livres?
Penso que sim mas desculpem-me mas prefiro o lema francês "Liberdade, igualdade, fraternidade". È mais completo!
Bom feriado!

Terça-feira, 24 de Abril de 2007

Amor radicalmente radical...

Muito se tem falado de amor mas como este é que eu nunca tinha visto!
 
A revista francesa "Le magazine des voyages de pêche" na sua edição nº 56, traz uma notícia espantosa: uma história de amor admirável.

"Arnold Pointer um pescador profissional do sul da Austrália libertou uma grande fêmea de Tubarão Branco (Carcharodon carcharias) das redes de pesca em que tinha ficado presa, livrando-a de uma morte certa. Agora este pescador tem um problema: ele afirma :"Há dois anos que ela não me larga. Ela segue-me para toda a parte. A sua presença faz fugir os peixes que quero pescar. Não sei mais o que fazer."

Efetivamente, difícil de se livrar de um tubarão de uma espécie protegida medindo 5 metros, estabeleceu-se uma afeição mútua entre Arnold e "Cindy". Arnold diz "A partir do momento que paro o barco ela aproxima-se, vira-se de costas para que eu lhe acaricie o ventre e o pescoço, ela grunhe, rola os olhos, bate com as barbatanas...“
Simplesmente admirável!!!”

As imagens falam mais do que as palavras:
 
 
 
 
 
 
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Domingo, 22 de Abril de 2007

Sinais de amor

Foto Sissi
Existem na vida autênticos sinais de amor. A dádiva de parte de si é sem dúvida sinal por excelência.
 
A Comissão de Saúde da Assembleia da República aprovou, na quarta-feira, a liberalização da doação em vida de órgãos não regeneráveis para transplantação, alteração à legislação actual que foi aprovada em votação final global no plenário.

Recordando que até aqui a doação em vida de órgãos não regeneráveis para transplantação só era permitida entre pessoas com uma relação de parentesco até terceiro grau, a edição do jornal Público (5ª feira) salientava que, com a aprovação das alterações propostas pelo Governo, passa a ser permitida a doação também entre cônjuges, entre quem viva em união de facto ou tão-só entre amigos, o que era proibido.
 
Contudo, porque o comércio de órgãos doados continua proibido, a dádiva em vida é sujeita à avaliação da Entidade de Verificação da Admissibilidade da Colheita para Transplante, presente nos hospitais que fazem colheitas.
 
Dar um pouco de nós por amor...

Sexta-feira, 20 de Abril de 2007

Oração dos porquês

Fim de semana à porta! Temos na comunidade de Pernelhas a festa da catequese, onde as crianças e os jovens irão entregar um trabalho que tem sido realizado ao longo de seis semanas. Trabalho esse intitulado “pegadas para Jesus”. Temos preparativos no sábado e a festa no domingo. Espero que tudo corra bem, mas acima de tudo que seja um marco para eles. Por vezes pequenas coisas, marcam muito e outras nem tanto, mas desde que seja educar para o bem à semelhança de Jesus, valerá certamente a pena.
 Os Pais foram convidados pois sem eles nada feito... Eles são os educadores nº 1
 
Aqui deixo a oração dos porquês:
 
Eu pedi forças
e Deus deu-me dificuldades
para me fazer forte.

Eu pedi sabedoria
e Deus deu-me problemas
para resolver.

Eu pedi prosperidade
e Deus deu-me cérebro
e músculos para trabalhar.

Eu pedi coragem
e Deus deu-me pessoas
com problemas para ajudar.

Eu pedi favores
e Deus deu-me oportunidades.

Eu não recebi nada do que pedi
mas recebi tudo o que precisava.
 
 
 

Quinta-feira, 19 de Abril de 2007

Paixão depois da morte

Vi esta notícia no portal telemoveis.com e achei-a bem curiosa:
 
 
Uma loja africana online colocou à venda um caixão em forma de telemóvel gigante.
A
eShopAfrica, especializada em recipientes de madeira adaptados aos mais diversos fins, lançou um caixão em forma de telemóvel, especialmente dirigido aos seguidores da cultura Ga.
Segundo essa cultura, cada pessoa deve ser sepultada num caixão que reflicta o modo como viveu.
 
 
 
 
 
A empresa garante que pode fornecer caixões de qualquer modelo de telemóvel, os quais são feitos por um carpinteiro que assim consegue reunir fundos para financiar os seus estudos no Gana.


 

 

 
Anda tudo louco por tecnologia até em Àfrica...

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Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

Vida efémera

 
Formatação: Simone P. Rodrigues
 
 
 
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efémera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
 
 
 
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
 
 
 
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
 
 
 
 
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
 
 
 
 
 
Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
 
 
 
 
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
 
 
 
 
 
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
 
 
 
 
 
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
 
 
 
 
 
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.
 
 
 
 
 
Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
 
 
 
 
 
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.
 
 
 
 
E o tempo passa...
 
 
 
 
 
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
 
 
 
 
 
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos para trás. E então nos perguntamos: E agora?
 
 
 
 
 
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.  
 
 
 
 
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. 
 
 
 
 
 
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
 
 
 
 
 
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.  
 
 
 
 
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efémera, ainda está em nós.  Pense!... Não o perca mais!...
 
Autor do texto: Letícia Thompson  Imagens: www.gettyimages.com
 
 
 
 
 
 
 
 
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Terça-feira, 17 de Abril de 2007

Uma questão de números

Foto: Bart
 
Li esta notícia ontem da agência Lusa, por um lado deveria ficar feliz, mas por outro, obviamente que não fico...
A pobreza extrema no mundo diminuiu 21% entre 1990 e 2004, mas ainda assim existem 985 milhões de pessoas, ou 18,4% da população mundial que sobrevivem com menos de um dólar diário, conclui um relatório anual do Banco Mundial.
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Domingo, 15 de Abril de 2007

ERMC

Encontrei este gráfico num blog.
O gráfico seguinte mostra a evolução da percentagem de alunos inscritos em Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) entre o 5º e o 12º anos de escolaridade (os dados referem-se ao ano lectivo de 2004/2005).
 
 
 
 
Possivelmente hoje os valores serão ainda menores. Para nós Cristãos (católicos) deverá levantar questões que são legítimas:
 
 O que falha? As aulas? Os professores? Os Pais? O ambiente inserido?
 Porquê do desinteresse por uma disciplina que apenas educa para o bem?
 Será que ainda faz sentido esta disciplina, ou deverá ser restruturada?
 Será legítimo os Pais quererem esta disciplina para os filhos quando em casa não existe continuidade nenhuma?
 
 Fui educado num País onde esta disciplina não existe, fez de mim pior cidadão cristão do que se tivesse tido essa educação cá? Não me parece, muito mais quando afinal, muitas dessas aulas são passadas na “brincadeira” ... Parece-me fundamental educar no respeito pelos outros, pela sociedade, pelo meio ambiente. Isso sim é educação! Agora, continuar desta forma apenas tira mérito aquilo que é realmente educação moral e religiosa.
 
 Quando se faz deve fazer-se bem e parece-me que não é o caso.
Afinal sou Pai de dois filhos.
 
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

Vista para a serra

Fim de semana à porta aproveitem para descansar e relaxar com esta minha proposta de uma vista para a serra:
 
 
 

Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

Sapatos sujos

Obrigado Vilma por este lindo EMail que partilho com todos:
 
O escritor moçambicano Mia Couto, também licenciado em Medicina e Biologia, fez uma oração de sapiência, no dia 7 de Março, na abertura do ano lectivo do Instituto Superior de Ciências e Tecnologia de Moçambique.
Não podemos entrar na modernidade com o actual fardo de preconceitos.
À porta da modernidade precisamos de nos descalçar.
Eu contei “Sete Sapatos Sujos” que necessitamos  de deixar na soleira da porta dos tempos novos.
Haverá muitos. Mas eu tinha que escolher e sete é um número mágico:
Primeiro Sapato
 
 
 
A ideia de que os culpados são sempre os outros.
 
Segundo Sapato
 
 
 
A ideia de que  o sucesso não nasce do trabalho.
 
Terceiro Sapato
 
 
O preconceito de que quem critica é um inimigo. 
 
Quarto Sapato
 
 
 
A ideia de que  mudar as palavras muda a realidade.
 
Quinto Sapato
 
 
 
A vergonha de ser pobre e o culto das aparências. 
 
Sexto Sapato
 
 
A passividade perante a injustiça . 
 
Séptimo Sapato
 
A ideia de que, para sermos modernos, temos que imitar os outros.
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2007

Confusões paroquiais

Li este fim de semana:
 
A igreja católica espanhola enfrenta a rebelião dos párocos e da população de San Carlos de Borromeo, nos arredores de Madrid. O arcebispo anunciou o encerramento da igreja e proibiu os padres de celebrar missas, porque não respeitam as regras. Celebram as missas sem paramentos e as hóstias são pão ou bolos.
Os três párocos recusam aceitar a ordem de realizar apenas trabalho social e o padre Pepe Diaz explica que "na liturgia normal diz-se: Oferecemos-te senhor, este pão e este vinho, fruto da terra e do trabalho do Homem. Por isso, se uma mãe fez e oferece um pão ou um bolo, isto é trabalho do homem."
A diocese fala de uma reorganização de paróquias, mas a justificação não convenceu a população, que se mobilizou, tendo em conta o grande trabalho dos três párocos no bairro de vallecas, a favor dos toxicodependentes, detidos, prostitutas e imigrantes pobres.
Uma paroquiana explica a liturgia é eles darem alojamento, vestuário e comida. A diferença dos três religiosos atrai mesmo agnósticos e muçulmanos à igreja. Dizem que a sua forma de agir é necessária e são apoiados mesmo pelo primeiro-ministro Zapatero.
 
A radicalidade de ser diferente, quem tem coragem?... Esta Espanha não para de me surpreender...

Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Nacionalista, mas não muito

Sem cair no exagero, considero-me nacionalista. Claro que não apoiante de nehum partido nacionalista exacerbado! No entanto há notícias qu me intrigam, porque um governo de um País deveria, na minha opinião, apoiar aquilo que é do seu próprio País.
 No entanto no campo da saúde não parece ser o caso. Há algum tempo atrás foi a situação das mães Portuguesas virem a ter filhos de naturalidade Espanhola. Agora, ontem no JN (Aqui) sai esta notícia :
 
Crianças portuguesas geradas com espermatozóides espanhóis.
 
Os métodos de procriação medicamente assistida são utilizados em Portugal há pelo menos duas décadas. Mas continuam por regulamentar. Através destes métodos nascem, por ano e em média, cerca de 650 crianças. Mas, para os cerca de 50 casos em que foi necessário recorrer a dadores de esperma, os espermatozóides foram importados de Espanha. Porque a falta de regulamentação não permite que existam bancos no nosso país. Pela mesma razão, todos os anos cerca de uma centena de mulheres do Norte do país viajam até Espanha para receberem ovócitos.

Sinceramente Portugal!!!?

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