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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2007

Tertúlia mas não cor de rosa

Uma vez por mês, costumo reunir-me com um grupo de casais amigos em casa de uns e de outros, e em torno de um chá debatemos alguns temas informalmente. Poderemos chamar-lhes de “tertúlias da vida”. Geralmente temáticas em torno da família, da vida, de religião, etc... Temos em comum a Fé em Jesus.

 

 No passado domingo estivemos todos em minha casa, e falamos de vocação/profissão. De entre várias coisas concluímos que hoje na sociedade, poucos são aqueles que dão do seu tempo de forma gratuita por uma causa seja ela comunitária ou religiosa. As pessoas tem incutidas uma necessidade de contrapartidas para motivá-las ou desafiá-las a executar tarefas. Muitas das vezes esse motivo é o dinheiro, outras poderá ser “dar para receber mais tarde”.  O conceito do voluntário gratuito está remetido para um grupo cada vez mais restrito.

 

 Será que uma sociedade resiste sem voluntariado? Sem aquele conceito do fazer apenas pelos outros? Será que só as grandes causas movem as multidões? No campo religioso as pessoas não sentindo essas contrapartidas afastam-se? Onde está o falho? Apenas mudanças dos tempos, então temos de inovar. Remodelar para não desaparecer, modernizar para ser adaptado ás linguagens de hoje...

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Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2007

Políticos?!...

È dificil acreditar na política, porque as respostas são sempre ( ou quase tendenciosas e nunca 100% honestas)...

 

Isabel Damasceno, presidente da Câmara Municipal de Leiria, explicou na última Assembleia Municipal, realizada na sexta-feira, que a mudança de posição sobre o aterro sanitário da Valorlis deveu-se também à mudança de posição da população, não tendo dúvidas que a mesma foi "influenciada".
Na última semana, a autarca tem recebido algumas críticas de empresários e partidos políticos pelo facto de, em 2002, ter decidido manter o aterro multimunicipal na freguesia de Parceiros (Leiria), e mais recentemente ter alterado a sua decisão, aprovando a deslocalização da infra-estrutura, fazendo cumprir o acordo parassocial que prevê a rotatividade do aterro a cada 10 anos nos concelhos da Alta Estremadura.
"Na altura (leia-se em 2002), achei que, do ponto de vista económico, havia vantagens na manutenção do aterro", referiu, lembrando, porém, que a competência de manter ou não a infra-estrutura em Leiria "é da Câmara Municipal e da Assembleia Municipal e não da presidente de câmara". Ainda assim, adiantou, "a população de Parceiros e Barosa concordaram, desde que tivessem contrapartidas financeiras".
 Diário de Leiria.

 

MENTIRA!!! MENTIRA!!! MENTIRA!!!

 

Nunca as populações aceitaram manter a lixeira em troca de contrapartidas! Em reunião de junta de freguesia de Parceiros (realizada para esse efeito) ficou escrito que a população rejeitava a manutenção do aterro e exigia o cumprimento do acordo parassocial da rotatividade, E Agora a Sra., Presidente da câmara vem dizer que a população é que mudou de opinião ! Por influências?!! Mas alguém quer um lixeira perto de casa?! Existe alguma contrapartida que pague o cheiro que as populações tem de suportar???

 

 Sinceramente Doutoura!!! 


Domingo, 25 de Fevereiro de 2007

Quaresma 2007

 
 
Entramos na passada quarta-feira no tempo quaresmal que nos levará à Páscoa. Cume da Fé, onde Jesus sofreu e revolucionou o seu tempo levando-o à morte. È tempo para nós Cristãos, de deixar o sofrimento e o luto e agarrar-nos à vida e à alegria de ter uma vida revolucionário no nosso tempo ao exemplo de Jesus.
 
 Basta de cinzentismo! Sejamos Luz! Haja audácia na renovação da mesma mensagem, mas que fale a linguagem de hoje!
 
Boa Semana!
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007

Aborto, outra vez...

Depois de tanta campanha, depois da vitória do SIM, depois do discurso do nosso 1º ministro que acha que o aborto nos leva à modernidade e convergência com os "outros" países da Europa, surge a triste e nua realidade Portuguesa relativamente ao nosso péssimo sistema de saúde. Aqui fica a caricatura publicada na revista visão:
 
Bom fim de semana!
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007

Nunca desistir

A Lara enviou-me este Email que não resisti em divulgar...
 
A super estrela, Michael Jordan, quando criança foi expulso da equipe escolar de basquete.
 
 
 
Winston Churchill repetiu o sexto ano. Foi primeiro ministro da Inglaterra aos 62 anos de idade, após ter uma vida muito dura.
 
 
 
 
Albert Einstein não falou até os 4 anos de idade e aprendeu a ler aos 7.
Sua professora o Qualificou como “Mentalmente Lerdo".
Foi expulso da escola. Também não foi aceito no Ensino Politécnico de Zurich.
 
 
 
 
Em 1944, Emmeline Snively, diretora da agência de modelos Blue Book Modeling, disse a candidata Norman Jean Baker (Marilyn Monroe) : “Seria melhor que  fizesse um curso de secretaria ou buscasse um bom marido”.
 
 
 
 
Ao rejeitar a um grupo de rock inglês chamado The Beatles, um executivo de Decca Recording Company disse: “Nos não gostamos desse grupo”.
 
 
Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone, em 1876, buscou quem financiasse seu projeto. O Presidente Rutheford Hayes disse:
“É um invento extraordinário, mas quem vai usar isso?”
 
 
 
Thomas Edison fez 2000 experiências até inventar a lâmpada. Um jovem repórter perguntou o porque de tantos fracassos. Edison respondeu: “Não fracassei nem uma única vez. Inventei a lâmpada. Acontece que foi um processo de 2000 etapas”.
 
 
 
Aos 46 anos, depois de perder progressivamente a audição , o compositor alemão Ludwig Van Beethoven ficou completamente surdo. E assim compôs boa parte de sua obra. Incluindo 3 sinfonias , em seus 6 últimos anos.
 
 
Por isso não devemos pensar
que o nosso tempo já passou.
Enquanto aqui estivermos, sempre
haverá algo para aprender e muito a fazer.
 
PENSAS EM DESISTIR
DE ALGO?
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007

Amanhecer

Hoje volto a divulgar um conjunto texto imagens, pois este blog tem virado ultimamente apenas texto... Tem sido um pouco complicada a gestão dele...
 Hoje aqui fica um texto de Chico Xavier, slide de Ria Ellwanger.
 
Amanhecer
 
 
 
 
Quero nascer de novo cada dia que nasce. Quero ser outra vez novo, puro, cristalino.
 
 
 
 
 
Quero lavar-me, cada manhã, do homem velho, da poeira velha, das palavras gastas, dos gestos rituais.
 
 
 
 
Quero reviver a primeira manhã da criação,
o primeiro abrir dos olhos para a vida.
 
 
 
 
Quero que cada manhã, a alma desabroche do sono como a rosa do botão, e surja, como a aurora do oceano, ao sorriso dos teus lábios, ao gesto de tua mão.
 
 
 
 
Quero me engrinaldar para a festa renovada com que cada dia nos convidas e desdobrar as asas como a águia em demanda do sol.
 
 
 
Quero crer, a cada nova aurora,
que esta é a definitiva...
...a do encontro com a felicidade...
...a da permanência assegurada...
...a de teu sim definitivo.
 

Domingo, 18 de Fevereiro de 2007

Será?

Havia uma série há algum tempo atrás que eu não perdia, eram os ficheiros secretos (X-files) Onde a teoria da conspiração era constante. Verdades ou mentiras mantinham-nos agarrados ao enredo.
 Recebi por Email há algum tempo esta teoria da conspiração e achei que ficaria bem publicada hoje véspera de carnaval, porque “é carnaval ninguém nos levará a mal!” Qual a veracidade destas afirmações? Poucas penso eu mas faria um belo episódio dos X-files.
 
Com este texto, pretendo desmascarar a situação por traz do tsunami que afectou grande parte da Ásia, e o terramoto que lhe antecedeu no 26 de dezembro 2004.
  
    A 21 de Fevereiro de 1978, um submarino nuclear americano sofre uma avaria e afunda-se no Indico sul, pouca ou nenhuma informação escapa para o mundo, estava numa missão secreta, com certeza. Uma enorme operação de resgate da preciosa carga, 8 ogivas nucleares, é posta em marcha, mas convenientemente encoberta, ao estilo da Glomar Explorer, a manobra de diversão era procurar petróleo.
 Nada foi recuperado desta vez, o submarino continuou no fundo do oceano com a sua explosiva carga, mas o Americanos continuavam com o controle do armamento remotamente.
  
    Em Setembro de 2003, astrónomos dos Estados Unidos descobriram um grande asteróide que se estaria aproximando rapidamente. Embora as possibilidades e impacto serem extremamente baixas, os cientistas previram a data de impacto para 21 de Março de 2014, quase confirmado esse facto, os EUA decidiram depois de várias reuniões com os principais lideres do mundo e o primeiro ministro da Índia(único pais afectado presente na reunião) com vista a resolver este problema da melhor forma, conta-se que várias formas de destruir o asteróide, mas nenhuma era viável, então decidiu-se aproveitar as 8 ogivas nucleares que sobraram do tal submarino afundado no Índico para provocar uma explosão que, e tão potente, deixaria a terra uns poucos milímetros fora da sua orbita normal, e assim, o asteróide já passaria ao lado da terra. Como é certo, os países perto da zona de explosão nunca concordariam, por isso a operação foi mantida em absoluto sigilo.
 
 Todos os cálculos foram feitos e o cogumelo nuclear nunca chegaria perto da superfície da agua, mas a data, veio-se a verificar que tinha sido muito mal escolhida.
  
    A explosão nuclear ocorreu a 26 de Dezembro de 2004, encoberta por um suposto terramoto de 8.9, e mais tarde rectificado para 9.0 na escala de Rister, cerca das 8 da manhã (hora local), consequências foram devastadoras, estima-se mais de 150mil mortos. Correu o rumor na imprensa que os americanos teriam tido o conhecimento do tsunami que se viria a formar uma hora antes de atingir a costa da Tailândia e não teriam conseguido avisar ninguém (pudera.). Os Americanos não queriam que ninguém soubesse o que eles tinham feito, mas o que é certo é que possivelmente fomos todos salvos devido a este acto, à 1ª vista horrível, mas que a longo prazo será considerado heróico. O plano terá corrido bem, segundo a imprensa e um conceituado geofísico americano Richard Gross, devido à massa deslocada pela acção da explosão, o dia da explosão teve menos 3 micro segundos que um dia normal e o eixo da terra inclinou-se cerca de uma polegada, evitando o futuro impacto do asteróide.
  
    Desta forma os americanos terão, por agora salvo o mundo. mas o preço......
Bom Feriado!

Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Portugal moderno

Pensamento para o fim de semana: O Sr. Sócrates durante a campanha disse que "votar “sim” no referendo seria um passo para modernizar o País e aproximarmo-nos dos “outros” países europeus modernos e dinâmicos". Moderno é o País que não vem nestas notícias: Em Portugal, uma em cada sete crianças vive mal, segundo o relatório da UNICEF apresentado em Berlim. Conclui que 16% dos menores de 18 anos portugueses são pobres e 21% têm baixo nível educativo. Estes indicadores são os responsáveis por estarmos nos últimos lugares no bem-estar infantil. Em contrapartida, as nossas crianças são as que melhor se relacionam com a família e com os amigos.
 
Bom fim de semana em família e com amigos, se possível.
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

Próximo referendo

Tivemos um referendo e provavelmente iremos ter outros. Possivelmente sobre o tema da eutanásia. Um tema difícil e que certamente também dividiria a sociedade...
 Vejam este caso que li no Euronews:
 
Uma britânica de 30 anos, vítima de uma doença incurável e dores constantes, iniciou uma luta legal pelo direito de morrer. Kelly Taylor sofre de uma grave anomalia cardíaca, conhecida como síndrome de Eisenmenger, que afecta também os pulmões, associada a uma deformação do esqueleto. Os médicos dão-lhe menos de um ano de vida.
 
Kelly diz "mais do que estar farta de viver, está farta da doença de que padece" e acha que já sofreu o suficiente.
 
Quer que os médicos aumentem a sua dose de morfina, para que entre em coma, e que posteriormente não recorram à hidratação e alimentação artificial para que possa morrer. Os médicos recusam o procedimento, pois dizem tratar-se de eutanásia, um crime no Reino Unido passível de ser punido com 14 anos de prisão.
 
Os advogados de Kelly apresentaram o caso ao Supremo Tribunal de Londres.

Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007

São Valentim

Crentes ou não crentes, hoje é o dia de São Valentim padroeiro dos apaixonados.
 Jovens ou velho aqui deixo umas definições de amor:
 
"A medida do amor
é amar sem medida."
Santo Agostinho

"Caminhai no Amor, a exemplo de Cristo,
que nos amou e Se entregou por nós."
Ef. 5,2

"Quando o amor vos chamar, segui-o".
Khalil Gibran

"Aceitemos os outros
com as suas qualidades e imperfeições,
tal como desejamos que nos aceitem a nós.
Não tentemos mudá-los ou controlá-los.
Todos somos criados e amados pelo mesmo Poder.
Aceitemos estas expressões do Universo tal como são".
Elizabeth Rogers

"Só existe uma felicidade na vida:
amar e ser amado".
George Sand

"Só se consegue perdoar
na proporção em que se ama".
La Rochefoucauld

"O amor tudo fará para que conheçamos
os segredos do nosso coração,
e nós teremos, com este conhecimento,
um fragmento do coração da vida".
Khalil Gibran

"O amor não existe; só existem provas de amor".
Pierre Reverdy

"Passamos muitas vezes do amor à ambição,
mas nunca regressamos da ambição ao amor".
La Rochefoucauld

"Passamos metade da vida à espera daqueles
que amamos e a outra metade
a deixar os que amamos".
Victor Hugo

"O amor não possui nem pretende ser possuído.
Pois o amor basta-se de amor".
Khalil Gibran

"Há no amor o dom de uma certeza".
Iris Murdoch

"Quando amamos não devemos dizer
'Deus está no meu coração',
mas 'estou no coração de Deus'".
Khalil Gibran

"Os olhos são os intérpretes do coração,
mas só os interessados entendem essa linguagem".
Blaise Pascal

"Procuro-te para além da espera
Para além do meu próprio ser
E, por tanto te amar, chego a não saber
Qual de nós está ausente".
Paul Éluard

"Amar não é olhar um para o outro,
é olhar juntos na mesma direcção".
Saint-Exupéry

"O amor não tem idade: está sempre a nascer".
Blaise Pascal

"Ama e faz o que quiseres".
Santo Agostinho

"A única coisa que interessa
no final da vida na terra
é a forma como amámos".
Ruth Windson

"O amor é uma planta delicada.
Não se deve forçar o seu crescimento".
Sthephen Leacock

"Amar é colocar a nossa felicidade
na felicidade do outro".
G. von Liebwitz

"O amor é o espaço e o tempo
medidos pelo coração".
Marcel Proust

"É impossível compreender
alguma coisa sem amar".
Goethe
 
Portal das paróquias
 
Sinto-me: Enamorado

Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2007

Namorar, ou curtir?

A Net tem blogs muito interessantes e nesta semana “brindada” pelo São Valentim achei interessante divulgar este texto que tirei deste blog que está parado desde 2005, com pena minha.
Aqui fica:
 
Sendo esta uma coluna sobre e para jovens decidi sentar-me e conversar com alguns adolescentes (quatro rapazes e quatro raparigas) e conversar sobre os diversos conceitos “curtir”, “andar” e “namorar”.
Todos concordaram com o facto dos termos “curtir” e “andar” não envolverem compromisso, ao contrário do “namorar”, mas estabeleceram diferenças. O primeiro destina-se a classificar envolvimentos casuais, como é o caso das “curtes” nas festas, saídas, discotecas... Já o segundo também não exige envolvimento emocional, mas é um pouco mais longo que o primeiro. Mesmo assim, tanto o rapaz como a rapariga são livres de “andar” com várias pessoas ao mesmo tempo.
Quando namoram, os jovens assumem um compromisso e os laços afectivos estão presentes. Neste caso, o mais importante não é propriamente o envolvimento físico, mas o emocional e o casal não sente necessidade de procurar outras companhias.
Alguns dos jovens presentes também assumiram a sua preocupação relativamente aos pais, que não aceitavam os seus relacionamentos. Por isso mesmo, a maior parte dos adolescentes não conta aos progenitores que está a namorar ou a curtir com alguém. Este é assim, um assunto tabu entre pais e filhos, já que os mais velhos não estão preparados nem habituados, na maioria das vezes, a lidar com situações destas. Contudo, e apesar das reticências normais dos pais, é absolutamente necessário que estes tentem entender a realidade dos nossos dias, principalmente para que possam aconselhar as suas “crianças” para os perigos que estão inerentes a estas situações, tão normais nas suas idades.
As posições relativamente a estes tipos de relacionamento também variam. Os rapazes preferem as “curtes”, pois querem ficar livres para conhecer várias raparigas, ao contrário destas, que gostam muito mais da ideia de passarem horas a arranjar-se para ficarem bonitas e atraentes, de forma a agradarem aos rapazes.
Outro assunto abordado foi a primeira vez. Sobre isto, os rapazes foram muito mais reservados, mas assumiram que, a partir de uma certa idade, esta é uma ideia presente tanto num namoro como numa curte. Já as raparigas concordaram que este é um passo muito importante e todos chegaram à conclusão que é necessário haver uma certeza enorme, bem como respeito e confiança. Há uns anos atrás, as raparigas também tinham medo que os rapazes as deixassem depois da primeira relação sexual, mas actualmente estes estão mais conscientes, provavelmente pela prevenção efectuada em muitos locais, nomeadamente nas escolas, sobre as doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) e procuram, tal como as raparigas, manter uma relação estável e o mais tarde possível.
Um aspecto ainda negativo, apesar de toda a informação disponível, é o medo de falar com os pais sobre este tema, o que leva muitas jovens a procurar o conselho de colegas ou amigas que também não dispõem da informação mais correcta e as elucidam de forma pouco certa, conduzindo, por vezes, a situações de gravidez precoce. Este é outro motivo pelo qual as adolescentes adiam a sua primeira vez.
Concluindo, é muito importante que os pais, se se aperceberem que os seus filhos têm vergonha ou medo de falar com eles sobre os seus relacionamentos, procurem estabelecer um diálogo sério e não proibitivo, porque “o fruto proibido é o mais desejado”. Não tentem controlar os seus sentimentos nem as suas acções porque eles vão com certeza continuar a namorar, a sair e a “curtir”. O mais recomendado é, sim, aconselhá-los e fazê-los ver que estão a crescer e que não podem seguir somente os seus impulsos, mas principalmente devem ter em atenção a realidade actual. Conversem com eles, não se esqueçam que já passaram por esta fase e que, embora não namorassem como hoje em dia, também já sentiram estes medos e, com certeza, tiveram dúvidas que não conseguiram colocar aos vossos pais. E, jovens, vivam mas pensem no dia de amanhã!

Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

Sim

Como previsto pelas sondagens o sim ganhou com 20% a mais. Apenas 4 em 10 votaram. A liberdade prevaleceu sobre  a responsabilidade e a maternidade.
 A cultura da morte ganha terreno esperemos que para o bem de todos.
 O tempo dirá se a liberdade nos trará a verdadeira felicidade. Agora o Estado que faça as leis e que apoie seriamente em quem precisa.
Boa semana!
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Finalmente acabou a campanha!!!

Fim de semana à porta e FINALMENTE o fim desta campanha pró e contra o aborto... Ou suposta despenalização. Por um lado campanhas mais ou menos intimidatórias, por um lado grita-se a defesa da vida por outro o direito da mulher, por um lado os direitos do feto, por outro os direitos à intimidade da mulher. Por um lado as Igrejas, por outros os liberais e ateus, por um lado os relatos de mulheres que aceitaram a gravidez e que entendem ter feito a opção certa e por outro mulheres que abortaram e que fariam o mesmo (também há o contrário)... etc...
 
 Na minha opinião houve grandes exageros. Recebi na caixa de correio vários panfletos, uns muito correctos mas outros totalmente inaceitáveis!. Refiro-me a um com a imagem da “Nossa Senhora de Fátima” e um longo texto. Não é certamente assim que se chega a gente inteligente, é apenas pressão psicológica totalmente inaceitável! Outra totalmente inaceitável foi a caricatura que o jornal “Expresso” fez do papa com um preservativo na cabeça e dando tiros com um canhão em formato de cruz saindo fumo em formato de fetos!! Haja respeito , haja bom senso!
 
Como pensamento para o referendo deixo aqui a palavra de Jesus presente em João capítulo 8, esta sim digno de ponderação cheia de verdade!
 
      1    PORÉM Jesus foi para o Monte das Oliveiras;
      2    E, pela manhã cedo, tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.
      3    E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher, apanhada em adultério;
      4    E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio acto, adulterando.
      5    E, na lei, nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?
      6    Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
      7    E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que, de entre vós, está sem pecado, seja o primeiro que atire pedra contra ela.
      8    E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
      9    Quando ouviram isto, saíram, um a um, a começar pelos mais velhos, até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.
   10    E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
      E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu, também, te condeno; vai-te, e     não peques mais.
 
Bom fim de semana!
 
 
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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2007

Pecado coisa de antigamente?

 
 
Extraído de uma revista online penso que foi da máxima. Sabem o que é um pecado? Ou será coisa do antigamente... Aqui fica:
 
Dos sete pecados considerados capitais ou mortais pela Igreja – soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça –, poucos têm expressão na sociedade moderna. Só mesmo a avareza, como traço de personalidade oposto à generosidade e ao altruísmo, continua a ter uma conotação negativa.
 
A inveja é muitas vezes entendida como luta pela vida. E a preguiça, no sentido do repouso merecido, perfeitamente aceitável. Também a indignação face a situações injustas deixou de espantar e não condena os indivíduos ao fogo do Inferno. Pelo contrário, a exteriorização da raiva pode ser terapêutica. Funciona como catarse. Daí que possamos encontrar no egoísmo, algo que anda na vizinhança da mesquinhez, um dos novos “pecados” de que toda a gente fala. Os pecados sociais.
 
O que é um pecado social? O que encerra este novo conceito de transgressão e qual a sua relação com os antigos pecados, definitivamente organizados pelos católicos da Idade Média? Diz o dicionário sobre o pecado: “Culpa, vício, falta (…) transgressão da lei divina.” Na sua origem, a palavra significa “estar em dívida com…” – neste caso, com Deus. Portanto, apesar da popularização do termo, “o conceito de pecado tem uma conotação católica veiculada”, observa Moisés Espírito Santo, sociólogo e professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa. As virtudes Para cada pecado mortal foi também estabelecida uma virtude. Assim, podemos contrapor:• Soberba – Humildade • Avareza – Generosidade • Luxúria – Castidade • Ira – Docilidade • Gula – Temperança • Inveja – Fraternidade • Preguiça – Diligência
 
Segundo a tradição cultural católica, “esta dívida” com o Altíssimo pode ser maior ou menor. Daí a tipologia das transgressões. “Os pecados estão aglomerados em grupos distintos conforme a gravidade. Os mortais são os que matam a Graça de Deus, fazem suspender a Sua bondade. Por outras palavras, faz a alma morrer perante Deus”, diz o especialista. “Uma pessoa que morresse em pecado mortal, sem se confessar e arrepender, ia para o Inferno.” Contudo, havia sempre a possibilidade de o indivíduo em pecado ser perdoado, através da confissão da “sua falta” ao padre.
 
A grande diferença entre os antigos pecados – os mortais, entre outros – e os novos – os sociais –, é que os primeiros têm uma relação com Deus, enquanto os segundos “dizem respeito a comportamentos recorrentes repreensíveis, mas é como se Deus não tivesse nada com isso”, explica o docente universitário. São falhas da humanidade. E embora também provoquem uma ruptura com o divino, não se encontra escrito no Livro Sagrado que assim seja. Estabeleceu--se chamar-lhe pecados sociais. Os pecados não podem ser analisados fora do contexto social e histórico. “Um pecado é uma categorização de um acto, historicamente. Uma conotação moral de uma determinada época.”
Os pecados mortais foram estipulados numa sociedade muito frágil do ponto de vista económico e em regimes bastante estritos do ponto de vista moral. “Como a situação financeira se encontrava fragilizada, era preciso trabalhar muito. Logo, não se podia fomentar a preguiça”, exemplifica Moisés Espírito Santo. “Assim, os pecados acabam por ser imperativos sociais. Valores fundamentais para o funcionamento da sociedade. A necessidade de criar este conjunto de pecados nasce da inexistência de regras, códigos sociais.
”É claro que a noção de pecado – assim como do seu contrário, isto é, a virtude – corresponde ao nosso esquema religioso, o católico. “Por exemplo, a doutrina protestante não tem o conceito universal de pecado. O pecado é algo pessoal, individual. Isto é, cada um, em sua consciência, considera a sua actuação em cada momento. Os protestantes têm uma relação pessoal com Deus. É um caminho mais solitário. Depois, vivem sem a certeza de ter sido perdoados.” Como recorda o especialista, tratando-se de valores de época, os pecados podem ser sempre alterados.
 
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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

A Magia da vida em pequenos gestos

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